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Engenheiro florestal: um profissional essencial na preservação da natureza

Em um país como o Brasil, com área verde de 3,4 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a 40% do espaço total, as opções de atuação de um engenheiro florestal são cada vez maiores. Além de elaborar e supervisionar projetos referentes à preservação de áreas florestais, o profissional do setor passou a atuar também nos processos de industrialização da madeira e no controle de qualidade de seus produtos. Mas, a principal atividade da engenharia florestal é conciliar a exploração econômica das florestas com a sua preservação. Explorá-las, mas sem destruí-las. Buscar um equilíbrio entre a natureza e a produção econômica. Uma função que envolve muita pesquisa.

Dentro da formação profissional do engenheiro florestal existem três segmentos básicos: silvicultura, área responsável pela elaboração e análise de projetos ambientais; ecologia aplicada, desenvolvimento de pesquisas de campo nos diferentes ecossistemas brasileiros; e tecnologia de produtos florestais, segmento que gerencia as unidades industriais madeireiras. Mas, para exercer a profissão, além do diploma, é preciso da habilitação concedida pelo CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia).

Atualmente, o profissional pode atuar tanto em empresas públicas e  privadas. No setor público as maiores oportunidades estão nos órgãos de controle ambiental, análise e fiscalização de projetos ambientais, administração de parques e reservas e em instituições científicas e de pesquisa. Já no setor privado, principalmente nas áreas ligadas à produção de madeira e pesquisas florestais e industriais.

 

 

 

 

 

 

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